segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

REVISTA PREGO # 3 e 4

Já tinha ouvido muitos rumores a respeito da REVISTA PREGO. Amigos me recomendaram, havia lido boas resenhas sobre e alguns conhecidos colaboraram com a revista. Mas, por uma daquelas razões inexplicáveis não tinha lido a PREGO ainda (talvez porque fui meio relapso, ok, admito).

Recebi do editor, o artista Alex Vieira um caprichado pacote com a publicações da PREGO, que pretendo destrinchar com o merecido cuidado.
A revista PREGO está em seu quarto número e ano (última publicação em junho de 2010) e ter uma destas revistas em mão é o mesmo que se reunir para um café (ou cerveja) com alguns dos melhores artistas alternativos (punks?) atuais brasileiros.

Na prego encontram-se artistas de gerações diferentes, com estilos e motivos diversos, mas todos certamente possuidores de duas características que os unem: a autenticidade e a subversão (seja em técnica, estilo ou mesmo postura). O lema da revista – Quadrinhos, arte punk & Psicodelia – resume esse espírito.

PREGO # 3



Neste número colaboram mais de dez artistas. Entre eles, o editor Alex Vieira, Daniel One, Bira Dantas, Kauê Garcia, Jaca entre outros. Neste número a revista traz encartado o fanzine PIB, editado (mas não publicado) pelo artista Júlio Tigre nos anos 90. Destaco a entrevista com veterano ilustrador argentino Luis Trimano e a impecável HQ(?) colagem de Mario de Alencar.

PREGO # 4



Nesta edição são 30 colaboradores em 54 páginas. Et, Rogério Santos, Fábio A.,Douglas Utescher, além de nomes inéditos e outros que já apareceram em edições anteriores. Dois artistas desta edição tiveram revistas solo lançadas pela Prego, é o caso de Guido Imbroisi, que colabora com a metafísica HQ Macéria, e Diego Garlach, que assina o encarte desta edição, com a contundente HQ BOY ROCHEDO.

A Revista Prego dá continuidade com propriedade à tradição das boas revistas de quadrinhos nacionais como a Dundum, Chiclete com Banana etc. ZINISMO RECOMENDA.

Detalhe de Século 22 - Mario de Alencar

sábado, 29 de janeiro de 2011

REVISTA MORTAL # 00



Descontente com mídia? Seja a mídia! Com esta proposta nasceu em outubro do ano passado a REVISTA MORTAL. Forjada no grande ABC e compromissada com a arte, política e contracultura a revista traz um conteúdo instigante e extremamente engajado. O ZINISMO separa 4 motivos (ou matérias) para convencê-lo a conhecer a mortal:

Em “A TÁTICA DO BLACK BLOCK”, Jairo Costa apresenta um histórico a respeito da mobilização de guerrilha urbana que (vestida de preto) volta e meia aparece (descontextualizada) em nossa tradicional mídia, como nos encontros do G8 mundo afora.

O dramaturgo Mário Bortolotto em “HOOLIGAN EM FINAL DE CAMPEONATO” dá sua versão crua do assalto que quase lhe tirou a vida em São Paulo no final de 2009.

“ESCOLA LIVRE EM ALERTA” revela a luta travada entre alunos e mestres da escola livre de Teatro de Santo André pela preservação do projeto original da escola ameaçado pelo governo atual da cidade.

O comovente texto “CELSO 2010 YES, WE CAN!” imagina uma candidatura do saudoso ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, morto em 2002 à presidência da república.

Além disso, entrevista com o (excelente) desenhista paraibano SHIKO, a literatura nas composições de ITAMAR ASSUMPÇÃO, ROBERTO PIVA, ALLAN SIEBER, WILLIAM BURROUGHS e ainda mais.

Abaixo o jornalismo pasteurizado e inofensivo, longa vida à MORTAL!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

+ 3 PERGUNTAS PARA O REVERENDO


Por Marcelo Viegas


Papo bom é papo que rende. O entrevistão que fiz com o Fabio Massari para a revista Outro Estilo foi publicado quase na íntegra. Apenas 3 perguntas ficaram de fora. De fora, mas não esquecidas: aqui estão, no Zinismo.

ZINISMO: No começo da Rolling Stone Brasil você era do Conselho Editorial da revista. Qual era o papel desse Conselho?

MASSARI: (risos) Esse conselho editorial era quase uma coisa metafísica. Era Twilight Zone (risos). De fato a galera se encontrou algumas vezes, principalmente no começo, mas a função do conselho era mais conversar filosoficamente sobre os caminhos da revista. Mas com o tempo foi ficando uma coisa individualizada, de cada conselheiro falar com o editor, mas era quase um cargo de fantasia. (risos)

ZINISMO: Você grava mixtapes para os amigos?

MASSARI: Eventualmente. Sob solicitações, várias vias (risos). Já gravei mais. Tinha uma época que fazia muito k7 pras baladas. Tinha um camarada com habilidade pros desenhos, e ele fazia as capinhas bonitinhas. Eu queimo vários CD’s pra levar coisas pra rádio, e esses CD’s depois eu acabo passando pros camaradas. Mas não é uma coisa com dedicação...

ZINISMO: Li uma entrevista em que você fala que estudava umas coisas sobre o IRA (Exército Republicano Irlandês) e terrorismo. Isso é simplesmente uma curiosidade pessoal ou tem algum embrião de livro aí?

MASSARI: A Irlanda é um país que sempre figurou na minha rota de pesquisas musicais, literárias, acabei descobrindo várias coisas, e me interessei pelo lugar. E, por conta da minha ignorância no assunto, acabei me interessando pelos “troubles” , pela situação da Irlanda do Norte. Aí comecei a ler sobre o assunto e me interessei bastante. Li muitas coisas, vi filmes, e procurei me informar sobre o assunto. Nada além disso. Estive na Irlanda do Norte algumas vezes, meio que para ver essas coisas, mas também para entrevistar bandas, etc. Entrevistei uns caras que foram do IRA, visitei os redutos, fui no cemitério onde os caras estão enterrados... um cemitério famoso em Belfast, com uma parte específica só para os caras do IRA, e foi nesse cemitério que um protestante chegou num enterro de um cara do IRA e saiu metralhando todo mundo... Uma desgraça! E fui pra lá nos anos 90, que era ainda um período “casca”. Belfast era OK, mas aquela outra cidade, Derry, era uma vibe estranhíssima. Mas enfim, foi uma coisa pessoal que foi se intensificando... Ah, entrevistei o Jim Sheridan, diretor de “Em Nome Do Pai”, e outros filmes legais. Tem um livro que estou preparando, uma espécie de coletânea de coisas antigas e perdidas, e que tem um pedaço de coisas irlandesas. Até que é um espaço bem grande. Ou seja, algo sobre a Irlanda vai aparecer. Já saíram algumas coisas na Folha de SP, como uma entrevista com o Danny Morrison, que foi do IRA nos anos 80. Ele não era um cara da “ação”, ele era da “inteligência” do IRA. Um cara dos bastidores, digamos assim. E olha que doido: estava num pub, numa quebrada de Belfast, entrevistando esse cara, e ele ficava “você entrevistou a Björk, que demais, me conta da Björk”... (risos) Eu querendo saber como eram as tretas na cadeia e ele me perguntando da Björk! (risos) Lembro que a gente saiu do pub, era meio-dia, e essa região de Belfast é totalmente católica, e tinham ainda as forças de segurança inglesas tomando conta... Aí passou um carro (tipo tanque) dos ingleses, e todo mundo “fuck you! Fuck you! Fuck you!” Era bem intenso ali. Hoje está mais tranquilo, mas é incrível: uma região tão pequena e tão efervescente. Tem um muro no meio da cidade, é muito bizarro.


[ foto Massari: Ana (Bean) Monteiro ]


A entrevista completa com o Reverendo está na edição #04 da revista Outro Estilo, já nas bancas.



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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

RESÍDUOS DOS RESÍDUOS - PARTE 3 DE 4

"Erro e não pago. Juros altos... E eu desafiando o Agiota."

Comentário da autora Simone Maia: não faço ideia de quando escrevi isso, mas eu devia ter acabado de cometer uma das coisas mais estúpidas da minha vida e, ainda assim, não dei a mínima... ahahahhaha.


Para baixar Resíduos, na íntegra, clique aqui.

Para conhecer melhor a autora, leia a entrevista aqui.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

ENQUANTO ISSO, NOS ANOS 90...


As coisas estavam mudando, e rápido.
De repente, os vídeos de skate Hokus Pokus (H-Street) e Questionable Video (Plan B) haviam se tornado a bíblia de toda uma molecada. Matt Hensley personificou o que os fashionistas da época convencionaram como Street Wear. As baladas foram invadidas por skaters e na pista o som ia do Punk, passando pelo Guitar e finalizando no Rap, sem falar em Primus! Era exatamente assim no mundo todo.
Com o cenário pronto, faltava a "indústria" se aproveitar desse novo comportamento.
Em Hollywood, o filme "Judgment Night", protagonizado por Emilio Estevez estava em fase de finalização e prometia ser um novo "As Cores da Violência" (Colors), mas na verdade o filme não chegou nem aos pés do triller policial que contava com Ice T.
Em compensação a trilha sonora de Judgment Night se tornou disco obrigatório pra qualquer grunge, skater ou rapper da época. O motivo: O disco não apenas trazia bandas consagradas do rock e do rap alternativo, mas pela primeira vez trazia as bandas tocando juntas, em duetos como Mudhoney & Sir Mix A lot, Faith No More & Boo Ya T.R.I.B.E., Sonic Youth & Cypress Hill, Tool & Rage Against The Machine, Helmet & House Of Pain, Teenage Fanclub e De La Soul, entre outros.

Eu não sei como, mas eu estava procurando um vídeo do Seaweed no youtoba hoje quando me deparei com o vídeo que eu coloquei aqui embaixo!
Sem dúvida um achado!!!
Trata-se da faixa Missing Link, música da trilha do Judgment Night resultado da parceria entre Dinosaur Jr. & Del Tha Funkee Homosapien. Isso por sí só já valeria esse post, mas ainda tem muito mais nesse simples vídeo:
Pra começar é AO VIVO. Na verdade a única vez que essa música foi tocada fora do estúdio de gravação. Mas não ligue 1406 ainda, porque você ainda ganha Mike Watt (minutemen/fIREHOSE/The Stooges) no baixo, e mais, Mike D (Beastie Boys) na bateria!



BONUS!!!

Teenage Fanclub & De La Soul - Fallin'


Pearl Jam & Cypress Hill - Real Thing


Helmet & House of Pain - Just Another Victim


Faith No More & Boo Ya T.R.I.B.E. - Another Body Murdered

(alguém disse no Youtube: Tem coisa melhor que os gritos do Mike Patton? - Fala aí Viegas!)
Agora o primeiro paragráfo desse post deve fazer mais sentido!

E ai, vamos pro Armagedon da Augusta domingo?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

THE BOYS: ENTREVISTA EXCLUSIVA


Por Luiz Cesar Pimentel


The Boys é uma das maiores e menores bandas do punk rock do áureo e simbólico 1977. Maiores porque quem ouve dificilmente escapa de virar fã. Menores porque sempre tiveram um obstáculo a alçá-los à (merecida) posição de Clash ou Sex Pistols. Mas a boa nova é que o grupo segue na ativa, na base de cinco ou seis shows por ano. E notícia melhor ainda é que virão ao Brasil pela primeira vez em abril. O líder do grupo, Matt Dangerfield, fala sobre isso e sobre tudo o que foi resumido nas linhas anteriores.


(Obs: Esta entrevista é livre de direitos autorais. Portanto, você pode e deve reproduzi-la, passá-la adiante, dar CTRL+C e CTRL+V no seu blog, site, zine, onde for. O único pedido é que não tire frases do contexto original para não haver interpretação errada.)


Você estava no olho do furacão do movimento punk de 77. Quais são suas melhores e piores lembranças da época?

A melhor coisa: curtir o Roxy Club enquanto durou (cerca de 100 dias pelo que lembro; não muito mais que três meses). Era uma segunda casa pra mim e era incrível ver as gravadoras atrás de todo mundo para assinarem contratos com as bandas quando perceberam que a cena seria grande.

Pior coisa: Fugir dos cuspes porque as pessoas leram em algum jornal musical estúpido que era isso que o público tinha que fazer em um show punk.


The Boys tem uma longa história. Por favor, torne-a curta para os leitores.

Eu tocava em uma banda chamada London SS com Mick Jones (The Clash) e Tony James (Generation X e Sigue Sigue Sputnik). Deixei esse grupo e me juntei ao Andrew Matheson e Cassino Steel que tocavam no Hollywood Brats e haviam gravado um disco tão brilhante quanto pouco ouvido. Andrew voltou para casa, no Canadá, para passar o Natal e nunca mais retornou (à Inglaterra). Casino e eu decidimos continuar, convocamos Honest John e mais tarde Duncan e Jack. Casino e eu começamos a compor e trouxemos Ken Mewis (ex-empresário do Brats) para cuidar dos negócios.

Fomos a primeira banda punk a assinar com uma gravadora (NEMS, por cinco anos). Após dois discos com a NEMS e muitas dificuldades com eles, The Boys entrou em greve e se recusou a fazer qualquer coisa. Aí a gravadora permitiu o rompimento do contrato. The Boys então voltou à ativa na Noruega para gravar o terceiro disco, “To Hell with The Boys”, lançado pela Safari Records. Gravamos também o quarto álbum, “Boys Only”, também pela Safari. Em 1981 o contrato acabou, e a partir daí cada integrante começou a fazer suas próprias coisas. Muitos anos depois nos reunimos para alguns shows no Japão. O sucesso foi tão grande que desde então estamos fazendo cinco ou seis apresentações por ano. Em abril vamos tocar no Brasil e na Argentina, e para o final do ano estamos preparando shows na Espanha, Canadá e Japão.


Como eram a relação e a rivalidade entre os membros das bandas como The Boys, Clash, Sex Pistols, Damned...?

Existia uma rivalidade amigável no começo conforme íamos nos conhecendo, mas depois, quando estávamos todos ocupados com as turnês e gravações de discos, nossos caminhos não se cruzavam com muita freqüência.


Conte sobre o estúdio que você teve no seu porão e algumas histórias que viveu por lá com Mick Jones e The Clash, Billy Idol e Generation X, Sex Pistols.

Era basicamente um depósito antigo de carvão no porão de um prédio que eu dividia com Barry Jones, também fundador do Roxy Club. Era bem pequeno – mais ou menos nove metros quadrados – mas era possível encaixar ali um kit de bateria e um par de amplificadores. Ensaiava lá com Mick Jones e Tony James quando éramos do London SS e todo o material do The Boys foi antes ensaiado lá. The Damned também tocou por lá, assim como Billy Idol, quando ainda não cantava e era apenas um guitarrista em Chelsea. Ele não tinha começado a tocar guitarra há muito tempo, mas pegou o jeito bem rápido. Me lembro dele imaginando que seria um ótimo guitarrista. Aquele espaço foi uma central do punk por um tempo para todos nós, de Sid e Nancy, a Johnny Thunders e Chrissie Hynde, até Midge Ure e Glen Matlock que apareciam com freqüência.


Qual é/foi seu sentimento sobre Elvis, já que sua morte causou uma série de problemas quando The Boys lançou o primeiro single?

Eu amo o Elvis! Ele não tem culpa de ter morrido quando morreu. Nosso primeiro álbum tinha sido lançado e estava vendendo bem. Tinha até entrado nas paradas em 40º lugar. Mas infelizmente nosso álbum estava sendo distribuído pela RCA, e quando o Elvis morreu, todas suas fábricas começaram a prensar gravações do Elvis. Então, nossa vendagem que tinha ido da estaca zero para o 40º lugar, simplesmente retornou para o nada em uma semana.


O que vocês se consideram? Power pop, rock ou punk?

Punk rock.


Como foi a turnê com o Ramones?

Essa turnê foi fantástica e os Ramones foram ótimos para nós. Nós não convivemos muito com eles porque todos estavam em um rigoroso regime sem drogas ou álcool. Ou seja: iam direto para a cama logo após os shows.


Quem é seu favorito (amigo ou personalidade) no punk/na música? E o pior? Por quê?

Favorito: Campino, vocalista da banda alemã Die Toten Hosen. Ele é fã de longa data do The Boys, uma pessoa fantástica e tem nos ajudado muito.

Pior: ninguém em particular, mas qualquer um na música que é arrogante está fora de ter chances de se realizar. A música é um grande nivelador porque qualquer um pode fazer aquilo que realmente deseja. Eu conheci muitos músicos famosos ao longo dos anos, e geralmente os mais bem sucedidos são os mais simpáticos.



(na foto acima: The Boys no Japão)


Vocês estiveram parados por 17 anos. Como foi quando recomeçaram a tocar com uma banda?

Ao longo dos anos eu fui acumulando vários pedidos para que o The Boys se reformulasse e voltasse a tocar em festivais punks etc, e sempre recusei. Mas aí uma grande banda japonesa chamada Thee Michelle Gun Elepanht fez alguns covers de músicas nossas e de repente começamos a vender muitos discos por lá. Fomos convidados para dois shows em Tóquio. Como o The Boys nunca tinha ido para o Japão, a proposta foi tentadora demais para ser recusada. Tivemos uma ótima temporada por lá e desde então estamos fazendo vários shows ao redor do mundo.



Luiz Cesar Pimentel trabalha no portal R7, como editor-executivo de Entretenimento. Antes foi diretor de conteúdo do Virgula e MySpace - trabalhou em Los Angeles na criação da versão brasileira do último. Na carreira, trabalhou também em alguns dos principais veículos do país, como Folha de S. Paulo, Editora Abril, revista Trip, os portais UOL, Starmedia e Zip.net, além de ser colaborador de Caros Amigos, Carta Capital, Playboy, Revista da Folha, Rolling Stone, Sexy, Jornal da Tarde, Elle e Superinteressante.


Zinismo agradece: Luiz Cesar Pimentel, pela colaboração, e Rodrigo Lima, pela ponte que tornou possível a colaboração.

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

VIDEO FANZINOTECA MUTAÇÃO



Fanzinoteca mutação - Rio Grande (RS) coordenada pelo guerrilheiro Law Tissot, saiba mais aqui.