O chapa Douglas Prieto chamou no chat e deu a letra: "se liga nisso". Isso, no caso, era esse documentário muito style sobre a arte icônica da banda punk/hc Black Flag. As quatro barras. Raymond Pettibon. Cartazes, capas, uma história musical e estética, dissecada (ao menos alguns aspectos dela) nesse vídeo logo abaixo.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
THE ART OF PUNK: BLACK FLAG






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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
TRALHA = ARTE DE FLYERS E POSTERS DO UNDERGROUND BRAZUCA


Daniel Hogrefe é um artista e designer gráfico nômade. Embora estabelecido agora na cidade de São Paulo, nasceu em Blumenau (SC), mas já morou por Itajaí (SC), em Mogi das Cruzes (SP), e recentemente passou uma boa temporada em em Maceió (AL) onde vivenciou ativamente a cultura do punk e hardcore e colaborou com o excelente blog Sirva-se.
Uma das novas empreitada do Daniel é o tumblr Muita Tralha, que divulga artes de flyers e Cartazes de shows do Underground Brasileiro.
O zinismo conversou com ele a respeito desse projeto e também sobre o zine que está em fase de produção sobre a arte proibida dos cartazes (pelo menos para os infelizes moradores de São Paulo com a lei Cidade Limpa):
"Eu sempre fui de guardar flyer e cartaz de show em casa, não foi meu primeiro contato com arte, mas eu pirava muito, sempre dei valor, mas eu ficava com tudo isso lá guardado, ai não sei onde foi que eu li sobre uma exposição de flyer e cartaz de show que o Farofa organizou em Santos muito tempo atrás e fiquei pensando que seria do caralho fazer algo assim em Maceió, mas acabou nunca rolando algo. De uns tempos pra cá surgiu a ideia de fazer um zine com esse material, que ta em produção e deve sair logo menos, no começo ia usar só os que eu tenho mesmo, mas percebi que essa estética é uma coisa muito rica e uma parte muito importante desse nosso underground, mas muito pouco estudado e valorizado. A ideia do zine, e do tumblr, é reunir o máximo possível desse tipo de material, conhecer um pouco melhor esse aspecto da cultura underground e na medida do possível valorizar quem faz flyer ou cartaz. Acho que é um projeto que ainda não ta muito bem definido, os caminhos dele vão se formando com o tempo, não sei no que isso pode dar, mas não quero parar só no zine.
O tumblr comecei pra ter uma plataforma virtual também, não só impressa, até porque me dá a possibilidade de colocar flyers coloridos também, além de que boa parte deles hoje circulam só na internet. Não tem um critério muito bem definido pra entrar no tumblr, não precisa nem ao menos ser bonito, a ideia é buscar essa estética underground, a cara do hardcore nacional, então vou colocar até flyer feito a mão com caneta bic, desde que tenha essa identidade independente. Sempre que possível to colocando o nome de quem fez, o ano, cidade e links pros sites das bandas, tendo essas informações, melhor!"



Jovens, sintam-se convocados e lotem a caixa do e-mail do Daniel com artes de cartazes! Nossa história agradece!
Contatos: danielhogrefe@gmail.com






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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
KOLETIVA KARTA BOMBA ZINO

Chegando a primavera de 2011 completa-se um ano de atraso na resenha do fanzine KOLETIVA KARTA BOMBA ZINO, mas é ainda tempo de corrigir esse equívoco.
Job Fernando (the Katz) é uma figura ativa e presente dos fanzines paulistas e sem dúvida uma das preferências do ZINISMO.
O KOLETIVO KARTA BOMBA segue a linha dos outros fanzines feitos por Job, com o mesmo cuidado e capricho na produção gráfica e sua característica linguagem leve, poética e confessional (tal qual a leitura da carta recebida de um amigo) mesmo quando transita por temas mais sérios.
Se pudéssemos classificar este zine teríamos dificuldade, pois embora a base seja o movimento punk e suas vertentes, é sobretudo, um fanzine existencialista, onde Job se desdobra (ou se revela) em diversos heterônimos (facetas de personalidade ou amálgamas de arquétipos do movimento punk e do imaginário infantil) que ser revezam em narrativas que transitam entre o mundo real e a ficção.
Complexo? É justamente por isso que os fanzines de JOB precisam ser lidos.
ZINISMO RECOMENDA!

"Sigamos em movimetno ao ruído do velho cata-vento".






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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
REVISTA PREGO # 3 e 4
Já tinha ouvido muitos rumores a respeito da REVISTA PREGO. Amigos me recomendaram, havia lido boas resenhas sobre e alguns conhecidos colaboraram com a revista. Mas, por uma daquelas razões inexplicáveis não tinha lido a PREGO ainda (talvez porque fui meio relapso, ok, admito).
Recebi do editor, o artista Alex Vieira um caprichado pacote com a publicações da PREGO, que pretendo destrinchar com o merecido cuidado.
A revista PREGO está em seu quarto número e ano (última publicação em junho de 2010) e ter uma destas revistas em mão é o mesmo que se reunir para um café (ou cerveja) com alguns dos melhores artistas alternativos (punks?) atuais brasileiros.
Na prego encontram-se artistas de gerações diferentes, com estilos e motivos diversos, mas todos certamente possuidores de duas características que os unem: a autenticidade e a subversão (seja em técnica, estilo ou mesmo postura). O lema da revista – Quadrinhos, arte punk & Psicodelia – resume esse espírito.
PREGO # 3

Neste número colaboram mais de dez artistas. Entre eles, o editor Alex Vieira, Daniel One, Bira Dantas, Kauê Garcia, Jaca entre outros. Neste número a revista traz encartado o fanzine PIB, editado (mas não publicado) pelo artista Júlio Tigre nos anos 90. Destaco a entrevista com veterano ilustrador argentino Luis Trimano e a impecável HQ(?) colagem de Mario de Alencar.
PREGO # 4

Nesta edição são 30 colaboradores em 54 páginas. Et, Rogério Santos, Fábio A.,Douglas Utescher, além de nomes inéditos e outros que já apareceram em edições anteriores. Dois artistas desta edição tiveram revistas solo lançadas pela Prego, é o caso de Guido Imbroisi, que colabora com a metafísica HQ Macéria, e Diego Garlach, que assina o encarte desta edição, com a contundente HQ BOY ROCHEDO.
A Revista Prego dá continuidade com propriedade à tradição das boas revistas de quadrinhos nacionais como a Dundum, Chiclete com Banana etc. ZINISMO RECOMENDA.
Detalhe de Século 22 - Mario de Alencar
Recebi do editor, o artista Alex Vieira um caprichado pacote com a publicações da PREGO, que pretendo destrinchar com o merecido cuidado.
A revista PREGO está em seu quarto número e ano (última publicação em junho de 2010) e ter uma destas revistas em mão é o mesmo que se reunir para um café (ou cerveja) com alguns dos melhores artistas alternativos (punks?) atuais brasileiros.
Na prego encontram-se artistas de gerações diferentes, com estilos e motivos diversos, mas todos certamente possuidores de duas características que os unem: a autenticidade e a subversão (seja em técnica, estilo ou mesmo postura). O lema da revista – Quadrinhos, arte punk & Psicodelia – resume esse espírito.
PREGO # 3

Neste número colaboram mais de dez artistas. Entre eles, o editor Alex Vieira, Daniel One, Bira Dantas, Kauê Garcia, Jaca entre outros. Neste número a revista traz encartado o fanzine PIB, editado (mas não publicado) pelo artista Júlio Tigre nos anos 90. Destaco a entrevista com veterano ilustrador argentino Luis Trimano e a impecável HQ(?) colagem de Mario de Alencar.
PREGO # 4

Nesta edição são 30 colaboradores em 54 páginas. Et, Rogério Santos, Fábio A.,Douglas Utescher, além de nomes inéditos e outros que já apareceram em edições anteriores. Dois artistas desta edição tiveram revistas solo lançadas pela Prego, é o caso de Guido Imbroisi, que colabora com a metafísica HQ Macéria, e Diego Garlach, que assina o encarte desta edição, com a contundente HQ BOY ROCHEDO.
A Revista Prego dá continuidade com propriedade à tradição das boas revistas de quadrinhos nacionais como a Dundum, Chiclete com Banana etc. ZINISMO RECOMENDA.







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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
ARTE PUNK: DISTORÇÃO DO DESCONSTRUÍDO | DE 20/09 A 31/10
Olá,
faz um tempo que não posto aqui por motivos familiares. Meu pai esteve (e ainda está) colecionando internações.
Contudo, estamos sempre em busca de horizonte mais azul. E de certo modo, a ocasião permite essa brecha.
Segue a exposição individual de Kauê Garcia, na minha opinião - um dos caras mais legais que conheci no "circo" underground.

"Só um imbecil confundiria punk com arte", diz Stewart Home em seu ensaio sobre o punk. Ok, mas isso não significa que punks não se confundam, muito menos que não sejam imbecis. Mesmo com a maioria dos jovens "cagando" para a "arte séria", alguns deles preferem utilizar mídias tradicionalmente artísticas para se manifestarem. Kauê Garcia, inquieto por natureza, é um desses casos, que por meio de suas colagens e desenhos compulsivos traduz parte de sua vivência em forma de um diário gráfico em folhas avulsas.
Entranhado numa montanha de papel velho, cartazes, fotocópias, cartas, embalagens ou restos de nada, matéria prima é o que não falta para esse sujeito realizar seus experimentos. Mesmo com pouca idade já acumula uma produção considerável em número e força expressiva. O título "Arte Punk" une duas palavras abstratas, mas o resultado é palpável, concreto. Esta antítese move a pesquisa desse artista, o punk o destrói e arte torna-o saudável, pelo menos teoricamente."
Alex Vieira, idealizador da Revista Prego
Arte Punk: Distorção do Desconstruído | De 20/09 a 31/10 | Área de Convivência
Kauê Garcia utiliza imagens publicitárias, álbuns de família, sprays, letras em decalque a seco e outros materiais encontrados em caçambas de entulhos, durante suas andanças pelos centros urbanos. Projeto contemplado pelo Edital de Projetos Expositivos do CCJ.
Abertura: Dia 19/09, sáb, 19h.
Av.Deputado Emílio Carlos, 3.641 (ao lado do terminal Cachoeirinha)
Vila Nova Cachoeirinha - São Paulo - SP
CEP: 02720-200
Tel: (11) 3984-2466
E-mail: ccjredessociais@prefeitura.sp.gov.br
Quando e o quê te levou a ingressar no mundo das artes?
Kauê Garcia: Sou formado em Artes Visuais pela PUC-Campinas, entrei em 2003, e foi meio por acaso. Terminei o colegial e parei um ano de estudar, até que uns amigos falaram que iam prestar PUCC e eu pensei em também tentar algo, mas eu não tinha vontade de estudar porra nenhuma, gostava de rabiscar, então pensei em tentar Artes Visuais, se não passar, ok. Mas eu passei (risos).

E na música? Deve ter bastante coisa!
Kauê Garcia: Nem por onde começar, a base é o punk, sou fissurado, estudo, vou atrás mesmo, do tipo de ficar lendo mil história das bandas, baixando discografia, e até tatuando essas porras em meus braços. Talvez as maiores sejam realmente as que tatuei, que são Hüsker Dü, Black Flag e Bad Brains, mas me sentiria culpado por não citar Dead Kennedys, Minutemen, Fugazi, Leptospirose (que considero a melhor banda do Brasil), Big Boys, The Dicks, Negative Approach, Poison Idea, Ratos de Porão, Wipers, a coletânea "SUB" inteira, Olho Seco, Descendents, Discharge, Gauze, Fun People, 7 Magnificoz e mais trocentas bandas que de uma forma ou de outra, acabam influenciando no que sou e na minha arte. Mas não escuto só hardcore, sou apaixonado por psicodelia, também sou um estudioso disso (risos), passo horas procurando raridades, seja na internet ou em sebos, piro também em garage rock, pré-punk, reggae, dub, folk, e até contrariando as estatísticas, música brasileira, como Novos Baianos, Belchior (acho esse cara foda! ), Jorge Mautner, Jards Macalé etc... Acho que Beatles e Ramones nem precisa dizer, né!?
Entrevista completa de Kauê Garcia para VISTA por Tibiu:
http://www.vista.art.br/site/content/post-detalhe.php?cod=745
http://chiveta.wordpress.com/2009/09/17/arte-punk
LUZ!
faz um tempo que não posto aqui por motivos familiares. Meu pai esteve (e ainda está) colecionando internações.
Contudo, estamos sempre em busca de horizonte mais azul. E de certo modo, a ocasião permite essa brecha.
Segue a exposição individual de Kauê Garcia, na minha opinião - um dos caras mais legais que conheci no "circo" underground.

"Só um imbecil confundiria punk com arte", diz Stewart Home em seu ensaio sobre o punk. Ok, mas isso não significa que punks não se confundam, muito menos que não sejam imbecis. Mesmo com a maioria dos jovens "cagando" para a "arte séria", alguns deles preferem utilizar mídias tradicionalmente artísticas para se manifestarem. Kauê Garcia, inquieto por natureza, é um desses casos, que por meio de suas colagens e desenhos compulsivos traduz parte de sua vivência em forma de um diário gráfico em folhas avulsas.
Entranhado numa montanha de papel velho, cartazes, fotocópias, cartas, embalagens ou restos de nada, matéria prima é o que não falta para esse sujeito realizar seus experimentos. Mesmo com pouca idade já acumula uma produção considerável em número e força expressiva. O título "Arte Punk" une duas palavras abstratas, mas o resultado é palpável, concreto. Esta antítese move a pesquisa desse artista, o punk o destrói e arte torna-o saudável, pelo menos teoricamente."
Alex Vieira, idealizador da Revista Prego
Arte Punk: Distorção do Desconstruído | De 20/09 a 31/10 | Área de Convivência
Kauê Garcia utiliza imagens publicitárias, álbuns de família, sprays, letras em decalque a seco e outros materiais encontrados em caçambas de entulhos, durante suas andanças pelos centros urbanos. Projeto contemplado pelo Edital de Projetos Expositivos do CCJ.
Abertura: Dia 19/09, sáb, 19h.
Av.Deputado Emílio Carlos, 3.641 (ao lado do terminal Cachoeirinha)
Vila Nova Cachoeirinha - São Paulo - SP
CEP: 02720-200
Tel: (11) 3984-2466
E-mail: ccjredessociais@prefeitura.sp.gov.br
Quando e o quê te levou a ingressar no mundo das artes?
Kauê Garcia: Sou formado em Artes Visuais pela PUC-Campinas, entrei em 2003, e foi meio por acaso. Terminei o colegial e parei um ano de estudar, até que uns amigos falaram que iam prestar PUCC e eu pensei em também tentar algo, mas eu não tinha vontade de estudar porra nenhuma, gostava de rabiscar, então pensei em tentar Artes Visuais, se não passar, ok. Mas eu passei (risos).

E na música? Deve ter bastante coisa!
Kauê Garcia: Nem por onde começar, a base é o punk, sou fissurado, estudo, vou atrás mesmo, do tipo de ficar lendo mil história das bandas, baixando discografia, e até tatuando essas porras em meus braços. Talvez as maiores sejam realmente as que tatuei, que são Hüsker Dü, Black Flag e Bad Brains, mas me sentiria culpado por não citar Dead Kennedys, Minutemen, Fugazi, Leptospirose (que considero a melhor banda do Brasil), Big Boys, The Dicks, Negative Approach, Poison Idea, Ratos de Porão, Wipers, a coletânea "SUB" inteira, Olho Seco, Descendents, Discharge, Gauze, Fun People, 7 Magnificoz e mais trocentas bandas que de uma forma ou de outra, acabam influenciando no que sou e na minha arte. Mas não escuto só hardcore, sou apaixonado por psicodelia, também sou um estudioso disso (risos), passo horas procurando raridades, seja na internet ou em sebos, piro também em garage rock, pré-punk, reggae, dub, folk, e até contrariando as estatísticas, música brasileira, como Novos Baianos, Belchior (acho esse cara foda! ), Jorge Mautner, Jards Macalé etc... Acho que Beatles e Ramones nem precisa dizer, né!?
Entrevista completa de Kauê Garcia para VISTA por Tibiu:
http://www.vista.art.br/site/content/post-detalhe.php?cod=745
http://chiveta.wordpress.com/2009/09/17/arte-punk
LUZ!






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